Três dias de reaproximação com nossa ancestralidade, através da capoeira, do samba, do candomblé e de tudo que nos fortalece como povo preto.
Família não é sangue, família é laço.
O corpo como tecnologia ancestral.
Capoeira, samba, musicalidade e oralidade.
Corpo (condicionamento físico, alongamento, mobilidade, flexibilidade, estabilidade e força).
Desenvolvimento técnico (Movimentações, jogo, golpes, contragolpes, tempo, contratempo).
Erê Orí Dúdú (Treino para as crianças)
Musicalidade com Coletivo Mão No Couro (Atabaque, pandeiro, agogô, cantigas, danças e mais).
Erê Orí Dúdú (Treino para as crianças)
Musicalidade de Samba de Terreiro.
Erê Orí Dúdú (Atividade de formação preta para as crianças)
Desenvolvimento técnico.
Porque a capoeira, o samba e os saberes que sustentam o Ilé nascem da experiência preta de resistência, dor, criação e sobrevivência. A exclusividade é uma ferramenta de proteção, não de exclusão gratuita. Ela garante que o espaço cumpra seu papel de cuidado, pertencimento e fortalecimento do povo preto.
Não.
O Ilé Orí Dúdú não funciona como espaço de visitação, turismo cultural ou observação. A vivência acontece apenas entre pessoas pretas comprometidas com o processo coletivo.
Sim.
Não é necessário ter experiência prévia com capoeira. O Ilé Orí Dúdú recebe pessoas pretas em diferentes fases da vida e do corpo. O mais importante é a disposição para a vivência contínua, o respeito ao fundamento e o compromisso com a comunidade.
Não.
A capoeira no Ilé não concorre com outras práticas. Ela se soma. O corpo é entendido como tecnologia ancestral, e cada pessoa chega com sua própria história corporal.
Não.
O Ilé Orí Dúdú recebe crianças, jovens, adultos e pessoas idosas. Existem atividades específicas para crianças e dinâmicas que respeitam o tempo e o corpo de cada pessoa.
Sim.
O Ilé Orí Dúdú oferece aulas de capoeira para crianças, além de momentos voltados à valorização da identidade negra, cuidado, formação cultural e convivência comunitária.
Não.
O Ilé Ori Dúdú é um espaço de vivência comunitária, cultural e ancestral. A capoeira é praticada como fundamento, não como produto, esporte ou espetáculo.
Sim.
A contribuição financeira faz parte da sustentação do espaço, das atividades e da permanência do Ilé. Os valores e formas de contribuição são apresentados após o primeiro contato e alinhamento com a proposta.
O primeiro passo é se apresentar por meio do formulário disponível no site.
Esse processo não é automático. Ele existe para garantir alinhamento, cuidado e respeito ao fundamento do Ilé.
Não.
O formulário é apenas o início do processo de aproximação. A entrada no Ilé acontece a partir de diálogo, alinhamento e compromisso com a proposta.
Somente quando autorizado.
O cuidado com a imagem, o corpo e a exposição das pessoas é parte da proteção do Ilé e da comunidade.
Sim, desde que a pessoa seja preta e esteja disposta a compreender e respeitar a proposta do Ilé Ori Dúdú.
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