É COISA DE PRETO!

É COISA DE PRETA!

É COISA DE PRETO!
É COISA DE PRETA!

Um espaço de reconexão ancestral, prática corporal e fortalecimento da identidade preta por meio da capoeira, do samba e da convivência comunitária.

Aperte o Play!
Escute com o corpo.

(Autoria e Voz de @woile_capoeira)

SOBRE O ILÉ ORí DÚDÚ

Ilé OrÍ Dúdú significa Casa de Cabeça Preta.

Mais do que um nome, é um chamado. O Ilé nasce do propósito de unir pessoas pretas por meio de manifestações culturais ancestrais, como a capoeira e o samba, fortalecendo identidade, vínculo comunitário e consciência coletiva. Localizado em Salvador, no parque metropolitano do Abaeté, o Ilé Ori Dúdú é um espaço de prática contínua, onde corpo, cultura e espiritualidade caminham juntos. Um lugar para quem busca não apenas atividade física, mas reconexão com sua história, sua gente e seus saberes ancestrais. Aqui, o corpo é tecnologia ancestral. A música é memória viva. A convivência é fundamento.

Ancestralidade não é memória: é prática viva

Fazer parte do Ilé OrÍ Dúdú é integrar uma comunidade preta que constrói laços reais.

A prática fortalece o corpo físico e espiritual, reconhecendo o corpo como tecnologia ancestral e ferramenta de cura. A imersão cultural em capoeira, samba, musicalidade e oralidade amplia a consciência e fortalece a identidade preta. Além disso, o Ilé é espaço de fortalecimento do amor preto, do autoamor às trocas coletivas, por meio de conversas profundas, escuta e convivência cotidiana.

Comunidade preta

Família não é sangue, família é laço.

Físico e Espiritual

O corpo como tecnologia ancestral.

Imersão Preta

Capoeira, samba, musicalidade e oralidade.

Aqui a capoeira permanece preta!

No Ilé OrÍ Dúdú, os encontros acontecem diariamente, criando rotina, vínculo e pertencimento.

As atividades são conduzidas de forma contínua, respeitando o tempo do corpo e da coletividade. As práticas envolvem treinos físicos de capoeira, estudo da musicalidade, samba de terreiro, vivências culturais e momentos de troca profunda, conhecidos como “prosa preta”. Cada encontro fortalece o corpo, amplia a consciência e constrói comunidade.

segunda-feira

Corpo (condicionamento físico, alongamento, mobilidade, flexibilidade, estabilidade e força).

terça-feira

Erê Orí Dúdú (Treino para as crianças)
Musicalidade (Berimbau, atabaque, pandeiro, agogô, cantigas).

quarta-feira

Desenvolvimento técnico (Movimentações, jogo, golpes, contragolpes, tempo, contratempo).

quinta-feira

Erê Orí Dúdú (Treino para as crianças)
Musicalidade de Samba de Terreiro.

sexta-feira

Erê Orí Dúdú (Atividade de formação preta para as crianças)
Desenvolvimento técnico.

Aqui a capoeira permanece viva e coletiva!

segunda a sexta

18h ás 19h
19h ás 20h

Abaeté, salvador,BA.

QUEM FAZ

O Ilé OrÍ Dúdú é conduzido pela família Ayó, que sustenta o trabalho com base na ancestralidade, no cuidado comunitário e na prática cotidiana. A condução é feita por @nzilaayozebu e @ahosiayo, e o espaço permanece aberto para que outras pessoas pretas também façam parte desse processo coletivo, fortalecendo a família ampliada que o Ilé representa.

nzila ayo zebu

Com mais de 25 anos de capoeira, Nzila é um dos pilares da cultura negra em Salvador. À frente da tradicional Roda do Abaeté, ele mantém viva a ancestralidade que ressoa no toque do berimbau, no corpo que gira e na história que se conta em cada movimento. É também o responsável pelo Ilé Orí Dudu, espaço de fortalecimento e construção em comunidade — uma casa onde a negritude encontra acolhimento, direção e identidade. Pai da Família Ayo, Nzila vive a missão de educar pela tradição, pelo exemplo e pelo amor à cultura negra. Empreendedor nato, comanda dois projetos que já fazem parte do cotidiano cultural de Itapuã: 🟤 Loja Àgò – Artigos para Capoeira 🟤 Ajeum de Preto – Feijoada Carioca Nzila Ayo Zebu é movimento, é raiz e é compromisso com a preservação de quem somos e com o futuro que queremos construir.

Quer fazer parte do Ilé OrÍ Dúdú?

Se você é uma pessoa preta interessada em capoeira, samba, ancestralidade e cuidado coletivo, este é o seu espaço. Preencha o formulário abaixo para demonstrar interesse e receber informações sobre horários, atividades e próximos passos. O Ilé OrÍ Dúdú é feito de gente. E a comunidade cresce a partir do encontro.

FAQ
Ilé OrÍ Dúdú

Porque a capoeira, o samba e os saberes que sustentam o Ilé nascem da experiência preta de resistência, dor, criação e sobrevivência. A exclusividade é uma ferramenta de proteção, não de exclusão gratuita. Ela garante que o espaço cumpra seu papel de cuidado, pertencimento e fortalecimento do povo preto.

Não.
O Ilé Orí Dúdú não funciona como espaço de visitação, turismo cultural ou observação. A vivência acontece apenas entre pessoas pretas comprometidas com o processo coletivo.

Sim.
Não é necessário ter experiência prévia com capoeira. O Ilé Orí Dúdú recebe pessoas pretas em diferentes fases da vida e do corpo. O mais importante é a disposição para a vivência contínua, o respeito ao fundamento e o compromisso com a comunidade.

Não.
A capoeira no Ilé não concorre com outras práticas. Ela se soma. O corpo é entendido como tecnologia ancestral, e cada pessoa chega com sua própria história corporal.

Não.
O Ilé Orí Dúdú recebe crianças, jovens, adultos e pessoas idosas. Existem atividades específicas para crianças e dinâmicas que respeitam o tempo e o corpo de cada pessoa.

Sim.
O Ilé Orí Dúdú oferece aulas de capoeira para crianças, além de momentos voltados à valorização da identidade negra, cuidado, formação cultural e convivência comunitária.

Não.
O Ilé Ori Dúdú é um espaço de vivência comunitária, cultural e ancestral. A capoeira é praticada como fundamento, não como produto, esporte ou espetáculo.

Sim.
A contribuição financeira faz parte da sustentação do espaço, das atividades e da permanência do Ilé. Os valores e formas de contribuição são apresentados após o primeiro contato e alinhamento com a proposta.

O primeiro passo é se apresentar por meio do formulário disponível no site.
Esse processo não é automático. Ele existe para garantir alinhamento, cuidado e respeito ao fundamento do Ilé.

Não.
O formulário é apenas o início do processo de aproximação. A entrada no Ilé acontece a partir de diálogo, alinhamento e compromisso com a proposta.

Somente quando autorizado.
O cuidado com a imagem, o corpo e a exposição das pessoas é parte da proteção do Ilé e da comunidade.

Sim, desde que a pessoa seja preta e esteja disposta a compreender e respeitar a proposta do Ilé Ori Dúdú.

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